A palavra bullying é de origem inglesa e significa “ valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. Para contextualizar melhor o bullying percebe-se que a principal ação de quem o pratica está na força física e no poder de persuasão daqueles que se sentem superior e autoritários nas suas atitudes diante de alguns jovens e adolescentes frágeis que não conseguem se defender, vindo prejudicar moralmente e psicologicamente seus pares.Não basta somente criar as Leis, elas precisam ser cumpridas a fim de que possam ser enfrentados os problemas eminentemente sociais. Vale lembrar que tanto autor e vítima envolvidos na ação reiterada de bullying e Cyberbullying precisam de atenção, tratamentos e acompanhamentos com profissionais da saúde especializados para cuidar de casos de depressão, síndrome de pânico e outros distúrbios mentais.
A escola, a família e o Estado devem juntos promover ações para ajudar a combater tal ato, por meio do diálogo, da mediação escolar e da comunicação não violenta , promovendo a cidadania e exercitando a empatia, o respeito ao próximo na busca incessante pela cultura de paz e tolerância mútua.
A escola tem primordial papel de acompanhar pedagogicamente o comportamento dos alunos e alunas dentro e fora da sala de aula, e ao identificar agressividades nas relações interpessoais deve procurar combater e prevenir implementando ações de interação social, buscando conscientizar os alunos e a família, que escola é um ambiente de segurança e bem estar.