No último dia 07/02, a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB Ceará visitou o Instituto da Primeira Infância (IPREDE). O encontro serviu para conhecer as atividades do Iprede e para planejar futuras ações.
O grupo de trabalho da OAB Ceará foi recepcionado pelo diretor do Iprede, Sulivan Bastos Mota. Na oportunidade, o presidente da comissão da OAB-CE, Emerson Damasceno, parabenizou o trabalho feito pelo ONG. “Se eu fosse narrar tudo aqui que ouvimos em poucas horas por parte do Sulivan, que revolucionou com a sua equipe a instituição, não haveria espaço. Ressaltando que hoje o Iprede atende também crianças autistas e suas famílias, com um trabalho louvável, inclusive academicamente falando, pois, fomenta a pesquisa em conjunto com a Universidade Federal do Ceará e demais universidades do Estado; brasileiras e mundiais em relação também ao autismo”, disse.
Além disso, o representante da comissão ainda destaca que “ficamos encantados com o cuidado e apreço que todas e todos os profissionais dedicam à entidade que atende milhares e crianças e também ajuda a dar dignidade às suas famílias. Projetos e parcerias foram discutidos. Iremos também disponibilizar aconselhamento jurídico quando preciso às famílias em forma de atendimento no local” declarou Emerson Damasceno.
Participaram da visita a vice-presidente da Comissão, Cristiana Rocha, a secretária-geral, Fabiana Farah, e o secretário-geral adjunto da Maurício Lima.
Sobre o Iprede
O IPREDE- Instituto da Primeira Infância é uma organização não governamental (ONG) fundada em 1986, dedicada a promover a nutrição e o desenvolvimento na primeira infância articulando-os com ações que visam ao fortalecimento das mulheres e da inclusão social de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social e pobreza.
A ONG oferecer uma tecnologia social relacionada ao enriquecimento do vínculo mãe/filho, realizadas por uma equipe multiprofissional, centrado na importância deste primeiro laço social para a formação da criança.
Em 2008, o IPREDE passou a ser focado na prevenção e tratamento de distúrbios nutricionais da infância como a desnutrição, o sobrepeso e a obesidade; bem como na promoção do desenvolvimento e inclusão social de suas famílias. O trabalho com o desenvolvimento infantil ampliou o olhar institucional para o contexto sociofamiliar, a condição de vulnerabilidade socioeconômica, o papel da mulher como agregadora e mantenedora da família e o vínculo mãe/filho.
A causa da primeira infância impulsionou novas ações institucionais numa abordagem sistêmica com o intuito de ampliar o apoio ao desenvolvimento integral das crianças, particularmente, em cenários onde suas necessidades essenciais podem não estar sendo adequadamente satisfeitas.