O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB-CE), Marcelo Mota, participou da solenidade de posse do procurador geral de Justiça do Ceará, Plácido Rio, nesta segunda-feira (4), na Procuradoria Geral de Justiça do Ceará.
“É um prazer participar desta solenidade, que representa o Ministério Público, tão importante para a sociedade. De mãos dadas com a OAB Ceará firmaremos grandes parcerias em prol da Justiça e da cidadania”, disse o presidente da Ordem cearense, Marcelo Mota.
O nome do promotor Plácido Rios foi referendado pelo governador Camilo Santana no dia 21 de dezembro, após ter ficado em primeiro lugar na lista tríplice da eleição realizada pela Instituição no dia 4 de dezembro, quando obteve 283 votos.
No discurso de posse, Plácido Rios destacou a importância da atuação do MP no combate à corrupção: “Atender o clamor popular neste momento em que assumimos a chefia do Ministério Público, significa estabelecer com absoluta prioridade o combate intenso, incansável e constante contra a corrupção. Precisamos debelar esta grave epidemia que se estende sobre boa parte do tecido orgânico das instituições públicas e privadas do nosso país”.
Ao dizer que o MP deve adotar medidas focadas no combate à criminalidade, Plácido Rios prometeu fortalecer os órgãos de inteligência da instituição, como o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e a Procuradoria de Justiça dos Crimes contra a Administração Pública (PROCAP), além dos diversos órgãos de execução que atuam nesta área. Ressaltou que, para vencer a criminalidade, é preciso que as demais instituições que compõem o sistema de Justiça estejam aliadas e fortalecidas.
“Fazemos parte de um Estado Democrático de Direito que tem como objetivo e finalidade única a expressão da soberania popular. O que nos distingue são as atribuições que cabem a cada ente público na busca deste propósito. Assim, não é possível existir Ministério Público forte sem uma polícia altiva e bem estruturada; sem uma defesa independente e eficaz, a cargo da Defensoria Pública ou de advogados constituídos; sem um Poder Judiciário dotado de condições plenas ao exercício de suas caras atribuições constitucionais, enfim, sem um Estado que estabeleça uma perfeita interação, diálogo e fortalecimento dos diversos órgãos e instituições que integram o Sistema de Justiça”, declarou.
Com informações do MP/CE
Foto: Edimar Soares MP/CE