O Conselho Federal da OAB (CFOAB) entregou, nesta quarta-feira (19), o selo de qualidade “OAB Recomenda” a 198 cursos de cinco regiões do Brasil, dos quais, oito são do Ceará. A cerimônia ocorreu na sede da Ordem em Brasília, com a presença do presidente da Escola Superior de Advocacia do Ceará (ESA-CE), Raphael Castelo Branco, e o presidente da OAB Vale do Salgado, Kleber Colares. A 8ª edição da premiação teve como tema “o fortalecimento da advocacia brasileira a partir do ensino jurídico de excelência”.

A comenda tem como objetivo premiar as instituições de ensino superior que se destacaram por meio dos índices de aprovação no Exame de Ordem ao longo dos últimos três anos. Entre os premiados, oito instituições são do Ceará: Universidade Regional do Cariri – URCA (Crato e Iguatu), Centro Universitário Vale do Salgado – UniVS (Icó), Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA (Sobral) e, de Fortaleza, a Faculdade Ari de Sá – FAS, o Centro Universitário Christus – UniChristus Campus Dom Luis, o Centro Universitário Sete de Setembro – Uni7 Campus Sul e a Universidade Federal do Ceará – UFC.

A cerimônia foi conduzida pelo presidente do CFOAB, Beto Simonetti, que explicou que o Selo não estabelece preferências, mas uma regularidade de desempenho, e é concedido com base nos resultados do Exame de Ordem e do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), com destaque das instituições comprometidas com a primazia educacional. “Nosso papel é estimular uma formação cidadã dos atores do Sistema de Justiça — advogados, advogadas, membros do Ministério Público e do Poder Judiciário, entre outros — que sejam conscientes e comprometidos com a Justiça”, ressaltou.

Para o presidente da ESA-CE, “a premiação não apenas reconhece o esforço e a dedicação das universidades cearenses, como também reforça o compromisso contínuo com a qualidade na formação dos profissionais do direito. Ao promover a excelência acadêmica, contribuem para o fomento de uma educação jurídica de qualidade no Ceará e para um futuro mais competente no campo jurídico”, disse Castelo Branco.